sábado, 14 de novembro de 2020

As duas revelações da Inteligência artificial

 A Inteligência artificial tem revelado duas coisas, a primeira revelação é como " a máquina pode sentir", e como que "homem é ignorante com si mesmo", entrei em contato com diversas pessoas influentes nessa área e como estão se tornando mais ignorantes conforme seus conceitos e aprendizados vão crescendo.

- Um relato triste da inteligência artificial que ninguém fala. Está vindo novas doenças por causa dessa ignorância.

Seja humano!!!

domingo, 20 de setembro de 2020

Bit Gamer:Como criar um jogo no excel

Abra o programa Excel:
Veja um exemplo básico



Bunisess Gamer:Comprou e não recebeu dos correios saiba como resolver

Comprou o console ou o jogo e não recebeu?!

Sabe como resolver dicas infalíveis para entrar em contato direto como os correios.

Segundo o código eletrônico de etiquetas postais (CEEP)

O correios possui similares de telefones 
Estava com 2 objetos parados no CTCI de São Paulo

Os telefones de lá são:
(11) 4313- 9898
(11) 4313-8431

Mas sem sucesso, pode ficar ligando que não vai conseguir.

Os números livres de acesso são
(11) 4313-9899
(11) 4313-8432
(11)4313-8434

CTCI São Paulo

Efeito Quântico Computacional (EQC)

Uma descoberta cibernética, que muda o modo de entender e ensinar o computador a pensar.

O T do Think (pensar), o efeito Quântico Computacional são série de terminais em conjunto da matriz como explicado no post anterior o aparecimento de 3 trinarios dentro de um erro de computador, o computador não está adaptado a entender a compreender essa mudança, então ele volta no processo que ele entende ,daquela forma, originando o erro.

Essa volta é erro do computador
Não deveria voltar 
A computação quântica não deixa o computador a voltar buscando uma informação que quebra a sequência lógica do sistema.

1byte equivale 1024 caracteres 
1byte quântico (Bq) 250 caracteres 
~0,00519

São 4 vezes menor que um byte.

O Entrelaçamento dos terminais falados anteriormente resultada na computação quântica.

Originando no efeito quântico computacional.

Criptografia Quântica

A criptografia quântica é um afluente em desenvolvimento da criptografia que utiliza os princípios da Mecânica Quântica para garantir uma comunicação segura. Com ela, emissor e receptor podem criar e partilhar uma chave secreta para criptografar e decifrar suas mensagens.

A criptografia quântica destaca-se face aos outros métodos criptográficos por não necessitar de comunicações secretas prévias, permitir a detecção de intrusos e ser segura mesmo que o intruso possua um poder computacional ilimitado. Na verdade, ela é totalmente segura, exceto nas situações em que o intruso consiga remover e inserir mensagens do canal de transmissão (poder ler e remover a mensagem, criar uma cópia e reenviá-la). Assim, esta técnica criptográfica seria mais segura que as utilizadas atualmente, pois se baseia em leis da física, enquanto as atuais asseguram os dados com base em funções que são secretas somente porque o poder computacional é limitado.

É importante observar que a criptografia quântica só será utilizada para produzir e distribuir as chaves, não para transmitir a mensagem. A chave gerada poderá ser utilizada com qualquer algoritmo de criptografia escolhido. O algoritmo mais comumente associado com a criptografia quântica é o one-time pad, pois ele tem comprovadamente uma segurança perfeita[1]quando usado com uma chave aleatória e do mesmo tamanho que a mensagem.[2][3]

Cifra de Fluxo

 Cifras de fluxo são um tipo de Algoritmos de chave simétrica. Neste tipo de cifras, os bits originais são combinados com uma corrente de bits de cifragem (chamados de fluxo de chave) vindos de um gerador de dígitos pseudo-aleatório. Normalmente esta combinação é feita através de uma operação de disjunção exclusiva ou XOR.


SegurançaEditar


Artigo principal: Ataques a Cifras de Fluxo

Para que uma cifra de fluxo seja segura, o fluxo de dígitos pseudo-aleatórios deve ter um período grande. De preferência, este período deve ser maior que o tamanho da mensagem. Caso contrário, os ciclos deste fluxo de dígitos pseudo-aleatório vão facilitar a tarefa de criptoanálise se forem conhecidas amostras do conteúdo original.


Deve ainda ser impossível recuperar a chaveou o estado interno a partir do fluxo de dígitos.


Os criptógrafos exigem que estes fluxos de dígitos pseudo-aleatórios sejam livres de padrões que permitam aos atacantes distinguir o fluxo de simples ruído aleatório. Não deve ser possível detectar relações entre fluxos que sejam gerados a partir de chaves relacionadas. Isto deve acontecer para todas as chaves (não deve haver chaves fracas) mesmo que o atacante consiga saber ou escolher alguma parte da mensagem original ou cifrada.


Para que seja mantida a segurança, quando se usa uma cifra de fluxo sincronizada, exige-se que nunca se reutilize o mesmo fluxo de dígitos. Isso significa, geralmente, que a cifra deve ser invocada com uma chave diferente.


Os programadores de aplicações devem reconhecer que a maioria das cifras de fluxo não garantem autenticidade, apenas privacidade. As mensagens cifradas podem ter sido modificadas durante a transmissão


One-Time Pad

Excerto de uma cifra de uso único.

One-time pad (OTP), em português cifra de uso único ou chave de uso único, é uma técnica de criptografia que não pode ser quebrada se utilizada corretamente. Consiste num algoritmo em que o purotexto é combinado, caractere por caractere, a uma chave secreta aleatória que para isso deve ter, no mínimo, o mesmo número de caracteres do purotexto. Para garantir que a criptografia seja imperscrutável, a chave só deve ser usada uma única vez, sendo imediatamente destruída após o uso. Foi primeiramente descrita pelo banqueiro e criptografista Frank Miller em 1882.[1] Em 1917 foi re-inventada e, poucos anos depois, registrada.

A chave de uso único deriva da cifra de Vernam, cujo nome se deve a Gilbert Vernam, um de seus inventores. O sistema de Vernam consistia numa cifra que combinava uma mensagem com uma chave lida numa fita perfurada. Em sua forma original, o sistema de Vernam era vulnerável porque a fita com as chaves era reutilizada ao chegar ao fim. O uso único veio apenas posteriormente, quando Hoseph Maugorgne percebeu que se a fita fosse totalmente aleatória, a criptoanálise poderia ser impossível.[2]

Se a chave for verdadeiramente aleatória, nunca reutilizada, e mantida em segredo, a cifra de uso único é imperscrutável. Também provou-se que toda a cifra teórica inquebrável deve usar chaves com as mesmas exigências que chaves de OTP.

A expressão "pad" do nome em inglês deve-se ao fato de que cifras de uso único comumente são utilizadas sob a forma de cadernetas, de modo que a folha superior possa ser arrancada e destruída após a utilização. Para facilitar sua ocultação, o bloco era às vezes muito pequeno, sendo quase impossível de ser utilizado sem uma lupa. Imagens acessíveis na Internet mostram cadernetas da KGB, capturadas por agentes oponentes, que cabem na palma da mão ou em uma casca de noz.

Existe muita ambiguidade na terminologia referente a esse tipo de cifra, já que alguns autores usam indistintamente os termos “cifra de Vernam” e “cifra de uso único”, enquanto outros utilizam a expressão "cifra de Vernam" para qualquer cifra de fluxo, inclusive as baseadas em CSPRNG.[3]