Varoa apressada
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quinta-feira, 11 de junho de 2020
Home Segurança: Virus do FGTS volta no Whatsapp
Tenha cuidado com links que nao tem endereço, ou dominio da empresa que se fala, como caso da buguer king, jamais uma empresa de fast food iria dar copuns de 50 reais na internet..
HOME T.I= SISTEMA DOSVOX
| PROJETO DOSVOX |
NOVIDADE!!!Clique aqui para saber como implantar o Dosvox no ambiente Ubuntu.
Conheça o DOSVOX 
- O que é o DOSVOX
Conheça rapidamente as características técnicas mais relevantes do DOSVOX.
- Um passeio nas ferramentas do Dosvox
Para conhecer realmente o DOSVOX é preciso usá-lo. Mas aqui
você fará um sobrevôo sobre o sistema. Este material foi produzido com base em um capítulo da tese de mestrado de Bernard Condorcet. - Novos horizontes para os deficientes visuais
Baseado em textos publicados por Antonio Borges, esta resenha é uma chamada à nossa consciência social: a realidade realmente mudou, e para continuar mudando nós somos os personagens principais da história.
- Histórico do DOSVOX
O DOSVOX vem se desenvolvendo desde 1993 e muitos aspectos humanos, técnicos e políticos estiveram envolvidos na sua criação e disseminação. Aqui você conhecerá os primórdios do DOSVOX, seus primeiros desenvolvedores e usuários, alguns dos caminhos percorridos, e entenderá porque ele foi desenvolvido e porque continua sendo o sistema mais usado no Brasil por deficientes visuais.
- Os construtores do Projeto DOSVOX
Muitas pessoas participaram do projeto DOSVOX, cada uma atuando com o melhor de seu talento e dedicação. Algumas dessas pessoas, entretanto, tiveram um papel mais ativo, e de certa maneira traçaram as curvas do caminho do projeto. Aqui você conhecerá um pouco sobre algumas dessas pessoas e sua relação com o projeto DOSVOX.
- O Centro de Atendimento Educacional ao Cego
O CAEC (Centro de Assistência Educacional ao Cego), responsável para fornecer suporte técnico aos usuários do sistema DOSVOX. Ele tornou-se com o tempo, um centro de referência que orienta os cegos de todo Brasil sobre o uso de todas as ferramentas de informática, em especial o sistema DOSVOX.
- Entidades parceiras do projeto DOSVOX
Ao longo do tempo, o Projeto DOSVOX tem se aliado a importantes entidades em todo Brasil e exterior, apoiando e sendo apoiado em ações educacionais e de integração. Existem alguns lugares em que o DOSVOX é ensinado regularmente e com qualidade. Conheça alguns destes lugares e um pouco sobre as atividades que exercem.
- O DOSVOX na Imprensa
O DOSVOX foi objeto de centenas de reportagens em jornais, revistas, rádio e TV. Recolhemos algumas desse material e os disponibilizamos aqui. São alguns textos, áudio e filmes que registram um pouco da trajetória do DOSVOX.Se você tem alguma notícia interessante sobre o DOSVOX, em qualquer mídia digitalizada, por favor, nos envie para enriquecermos nossos registros.
- Textos técnicos sobre o DOSVOX
Se você é um estudante ou pesquisador, com certeza vai querer obter informações técnicas mais aprofundadas. Obtenha aqui cópias de alguns textos técnicos que tratam de diversas facetas do DOSVOX.
- Material audiovisual sobre DOSVOX
Apresentamos aqui material gravado em áudio e vídeo, com diversos aspectos sobre o DOSVOX, seus usos e seus usuários.
- Rádio DOSVOX
A rádio DOSVOX é um interessantíssimo espaço de informação na forma de áudio, produzida totalmente pela comunidade DOSVOX.
Como obter o DOSVOX 
O DOSVOX é um sistema gratuito e está disponibilizado na Internet.
Aqui você encontrará os manuais do Dosvox, tanto na forma escrita quando sonorizada.
Obtenha o Kit Saci 1 que é a forma mais rápida de ter um DOSVOX pronto para uso. Depois, se você desejar, pode complementar o seu Dosvox através da cópia completa.
Este download completo e gratuito é imenso (mais de 150 megabytes). Mas você pode ir pegando os programas desejados e atualizar seu DOSVOX por partes.
Aqui você poderá obter diversos programas comumente usados pela comunidade DOSVOX. Além disso existem programas que são complementos ao DOSVOX para temas específicos, tais como ampliadores de telas para pessoas com visão reduzida, e sintetizadores de voz para várias línguas.
Conheça nossos usuários ! 
O projeto DOSVOX é vitorioso porque teve a capacidade de tornar pessoas cegas de terceiro mundo, com um baixo nível de escolaridade, capazes de utilizar o computador, trazendo assim muitos benefícios às suas vidas.
Só o DOSVOX, no mundo inteiro, conseguiu realizar isso.
Estima-se que o número de usuários DOSVOX seja de mais de 60000 pessoas. Embora não tenhamos o registro de quem são todas essas pessoas, algumas delas mantém sua homepage pessoal no NCE/UFRJ, ou são nossos amigos próximos. A criação e manutenção de muitas dessas páginas foi realizada a partir do uso exclusivo do DOSVOX, quase sempre por invisuais.
Clique aqui para conhecer algumas dessas pessoas e suas histórias.
Home Mobile:Carregador do Celular com Problema
O Carregador do Celular com problema para carregar ?!
#Problema:O carregador começa a carregar, mas quando deixo ele para de carregar.
%Problema no conector do celular
Material para solucionar:
Um pedaço de veda rosca
1° Passo pegue um pedaço de veda rosca
2°Enrole na chapa metalica do carregador
3° Deixe as travinhas para fora
4° conecta o carregador na tomada
5° Pronto um problema resolvido
Criação Dosvox
2. Origem da Criação do Dosvox
De acordo com o Histórico do DOSVOX, “Para entender melhor as razões pelas quais o
Dosvox foi criado, é preciso analisar um problema que ainda hoje persiste não apenas na UFRJ mas
em todas as universidades: poucos alunos cegos conseguem entrar no curso superior, e poucos
daqueles que entram conseguem concluilo”
[2].
O baixo índice de alunos com algum tipo de deficiência física formados no nível superior é
um problema que tem sua origem no ensino básico. De acordo com Lívia Oliveira [3], embora a
constituição brasileira de 1988 já previsse que todo cidadão brasileiro tem direito à educação, o fato
dos professores, em sua maioria, não reconhecerem o potencial em alunos deficientes e não estarem
preparados para educar tais alunos, impede que a educação básica a alunos portadores de algum tipo
de deficiência física seja feita de forma satisfatória. Um vez impedidos de terem acesso a uma
educação básica com nível semelhante ao dos demais alunos, os portadores de deficiência passam a
ter menos chances no vestibular.
Além dos problemas já normalmente enfrentados por deficientes físicos, existem algumas
dificuldades que são exclusivas dos deficientes visuais (DVs). Conforme revela Joyce Fernanda [4],
uma deficiente visual, “ser cego não é um suplício, mas também não é fácil”. Ela cita a alienação
como o principal problema, uma vez que atividades como ler um livro ou um jornal, assistir a um
documentário, são feitas por pessoas normovisuais (pessoas com visão normal). Mesmo a leitura em
Braille isola os DVs dos normovisuais, já que a maioria das pessoas normovisuais não sabem ler em
Braille. A falta de preparo dos normovisuais para com as pessoas cegas induz a falta de estímulo
destas para se envolverem com o que acontece a sua volta. Joyce lembra que o "cego, como todo
deficiente, precisa de estímulos, para que possa florescer e conhecer os limites exatos da sua
deficiência" [4].
Esta falta de preparo, ou preparo incompleto está: a) na educação básica, pois falta material
didático adaptado, como livros em Braille, apostilas em áudio e professores capacitados, bem como
de monitores capacitados para auxílio extraclasse;
b) no vestibular, pois as provas com frequência
não são apropriadas à realidade vivida pelos DVs, pelo fato de certas abordagens didáticas
dependerem exclusivamente da visão; e c) na própria universidade, já que a legislação que obriga as
universidades a estarem preparadas para receberem alunos com deficiências físicas surgiu apenas
em 2003, com a Portaria MEC No 3.284 [5], e vem sendo lentamente atendida pelas universidades.
Considerando o contexto no qual viviam os alunos DVs até o início dos anos 90 – em que o
material didático destes constituíase
basicamente de impressos em Braille e fitas de áudio com
textos lidos em voz alta e gravados por pessoas que enxergam – havia de fato uma enorme barreira
para o ingresso e permanência dos DVs nas escolas e universidades. Tal barreira, que até certo
ponto ainda persiste, diminuiu um pouco e era explicada por uma série de razões, algumas já
mencionadas acima.
Uma outra barreira relacionase
com a simbologia diferente dos alfabetos comum e em
Braille. Mesmo quando o DV tem equipamentos de uso individual para escrita Braille, o fato dele
ler e escrever em um sistema com simbologia diferente do alfabeto comum acaba dificultando sua
comunicação escrita com as pessoas normovisuais que os rodeiam, tais como os colegas de turma,
por exemplo, com os quais os cegos tem de fazer trabalhos em grupo, ou os professores, que irão
corrigir trabalhos e provas do aluno DV. Como Joyce nos conta, “tive um aluno que escreveu um
texto qualquer no Dosvox e pediu para imprimilo.
Depois, levouo
para uma pessoa que enxergava
e pediu para que ela o lesse. Ela o leu, e ele se emocionou. Sempre houvera uma barreira entre as
coisas que ele queria escrever e o fato das pessoas que enxergam não poderem ler” [4].
Por isso, antes de existir a tecnologia dos leitores de telas em português, os cegos tinham de
enfrentar a barreira da linguagem escrita com os normovisuais, pois somente outros cegos
entendiam o que era escrito (em Braille) pelos primeiros, impossibilitando o intercâmbio de textos
escritos com os segundos, sem a necessidade de mediadores e leitura em voz alta. Uma
consequência negativa do uso do Braille é a dependência dos DVs em relação aos “ajudantes”, pois
aumentase
a demanda de mão de obra para atender aos cegos, que costuma ser escassa. Joyce
explica: “As pessoas que ficariam ocupadas usando a máquina (são necessárias duas: uma que
enxerga, para ditar, e uma cega, para datilografar), podem nos ajudar a entender os conteúdos. Não
foram poucas às vezes em que eu e meus amigos ficamos sem assistência em alguma matéria,
porque o professor tinha que datilografar ou ajudar a datilografar algum assunto importante para nós
mesmos ou para algum companheiro de escola” [4]. Este problema poderia ser minimizado se
houvesse na escola pessoas que enxergassem e também soubessem Braille. Assim, seria necessária
apenas uma pessoa, e não de duas, como Joyce explica acima, para datilografar em Braille o que ela
própria lesse nos originais em tinta.
De acordo com o Histórico do DOSVOX, “Para entender melhor as razões pelas quais o
Dosvox foi criado, é preciso analisar um problema que ainda hoje persiste não apenas na UFRJ mas
em todas as universidades: poucos alunos cegos conseguem entrar no curso superior, e poucos
daqueles que entram conseguem concluilo”
[2].
O baixo índice de alunos com algum tipo de deficiência física formados no nível superior é
um problema que tem sua origem no ensino básico. De acordo com Lívia Oliveira [3], embora a
constituição brasileira de 1988 já previsse que todo cidadão brasileiro tem direito à educação, o fato
dos professores, em sua maioria, não reconhecerem o potencial em alunos deficientes e não estarem
preparados para educar tais alunos, impede que a educação básica a alunos portadores de algum tipo
de deficiência física seja feita de forma satisfatória. Um vez impedidos de terem acesso a uma
educação básica com nível semelhante ao dos demais alunos, os portadores de deficiência passam a
ter menos chances no vestibular.
Além dos problemas já normalmente enfrentados por deficientes físicos, existem algumas
dificuldades que são exclusivas dos deficientes visuais (DVs). Conforme revela Joyce Fernanda [4],
uma deficiente visual, “ser cego não é um suplício, mas também não é fácil”. Ela cita a alienação
como o principal problema, uma vez que atividades como ler um livro ou um jornal, assistir a um
documentário, são feitas por pessoas normovisuais (pessoas com visão normal). Mesmo a leitura em
Braille isola os DVs dos normovisuais, já que a maioria das pessoas normovisuais não sabem ler em
Braille. A falta de preparo dos normovisuais para com as pessoas cegas induz a falta de estímulo
destas para se envolverem com o que acontece a sua volta. Joyce lembra que o "cego, como todo
deficiente, precisa de estímulos, para que possa florescer e conhecer os limites exatos da sua
deficiência" [4].
Esta falta de preparo, ou preparo incompleto está: a) na educação básica, pois falta material
didático adaptado, como livros em Braille, apostilas em áudio e professores capacitados, bem como
de monitores capacitados para auxílio extraclasse;
b) no vestibular, pois as provas com frequência
não são apropriadas à realidade vivida pelos DVs, pelo fato de certas abordagens didáticas
dependerem exclusivamente da visão; e c) na própria universidade, já que a legislação que obriga as
universidades a estarem preparadas para receberem alunos com deficiências físicas surgiu apenas
em 2003, com a Portaria MEC No 3.284 [5], e vem sendo lentamente atendida pelas universidades.
Considerando o contexto no qual viviam os alunos DVs até o início dos anos 90 – em que o
material didático destes constituíase
basicamente de impressos em Braille e fitas de áudio com
textos lidos em voz alta e gravados por pessoas que enxergam – havia de fato uma enorme barreira
para o ingresso e permanência dos DVs nas escolas e universidades. Tal barreira, que até certo
ponto ainda persiste, diminuiu um pouco e era explicada por uma série de razões, algumas já
mencionadas acima.
Uma outra barreira relacionase
com a simbologia diferente dos alfabetos comum e em
Braille. Mesmo quando o DV tem equipamentos de uso individual para escrita Braille, o fato dele
ler e escrever em um sistema com simbologia diferente do alfabeto comum acaba dificultando sua
comunicação escrita com as pessoas normovisuais que os rodeiam, tais como os colegas de turma,
por exemplo, com os quais os cegos tem de fazer trabalhos em grupo, ou os professores, que irão
corrigir trabalhos e provas do aluno DV. Como Joyce nos conta, “tive um aluno que escreveu um
texto qualquer no Dosvox e pediu para imprimilo.
Depois, levouo
para uma pessoa que enxergava
e pediu para que ela o lesse. Ela o leu, e ele se emocionou. Sempre houvera uma barreira entre as
coisas que ele queria escrever e o fato das pessoas que enxergam não poderem ler” [4].
Por isso, antes de existir a tecnologia dos leitores de telas em português, os cegos tinham de
enfrentar a barreira da linguagem escrita com os normovisuais, pois somente outros cegos
entendiam o que era escrito (em Braille) pelos primeiros, impossibilitando o intercâmbio de textos
escritos com os segundos, sem a necessidade de mediadores e leitura em voz alta. Uma
consequência negativa do uso do Braille é a dependência dos DVs em relação aos “ajudantes”, pois
aumentase
a demanda de mão de obra para atender aos cegos, que costuma ser escassa. Joyce
explica: “As pessoas que ficariam ocupadas usando a máquina (são necessárias duas: uma que
enxerga, para ditar, e uma cega, para datilografar), podem nos ajudar a entender os conteúdos. Não
foram poucas às vezes em que eu e meus amigos ficamos sem assistência em alguma matéria,
porque o professor tinha que datilografar ou ajudar a datilografar algum assunto importante para nós
mesmos ou para algum companheiro de escola” [4]. Este problema poderia ser minimizado se
houvesse na escola pessoas que enxergassem e também soubessem Braille. Assim, seria necessária
apenas uma pessoa, e não de duas, como Joyce explica acima, para datilografar em Braille o que ela
própria lesse nos originais em tinta.
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